Saúde, medicamentos, e Segurança Social em contexto de austeridade

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Num contexto de escassez de recursos é premente identificar os investimentos que são concretizados por intermédio da despesa pública. Mas também tipificar o retorno associado aos mesmos, para que seja possível assegurar uma resposta adequada por parte do Estado, aos novos desafios que o contexto de austeridade impõe, em ordem à salvaguarda dos direitos fundamentais dos cidadãos.
O sistema de segurança social é incontornável para o atingimento deste objetivo, através da cobertura de riscos que assegura por intermédio dos diversos ramos, entre os quais se destaca o da saúde, e aqui particularmente o dos medicamentos.
Em Portugal, entre 2000 e 2011, foi observado que o investimento ocorrido por intermédio dos diferentes ramos de segurança social está associado ao aumento da longevidade, mas é independente dos anos de vida saudáveis.

Num contexto de escassez de recursos é premente identificar os investimentos que são concretizados por intermédio da despesa pública. Mas também tipificar o retorno associado aos mesmos, para que seja possível assegurar uma resposta adequada por parte do Estado, aos novos desafios que o contexto de austeridade impõe, em ordem à salvaguarda dos direitos fundamentais dos cidadãos.
O sistema de segurança social é incontornável para o atingimento deste objetivo, através da cobertura de riscos que assegura por intermédio dos diversos ramos, entre os quais se destaca o da saúde, e aqui particularmente o dos medicamentos.
Em Portugal, entre 2000 e 2011, foi observado que o investimento ocorrido por intermédio dos diferentes ramos de segurança social está associado ao aumento da longevidade, mas é independente dos anos de vida saudáveis.

Autores

Portela MC, Campos Fernandes A (2014)

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